sexta-feira, 16 de março de 2007


Se faço um verso tardio
Que anula minha expressão
Sei que me torno vazio

Se faço um verso vazio
Que diz palavras em vão
Tento me enterrar no chão

6 comentários:

Fernanda disse...

Tardio eu não sei. Vazio nunca!
Bjos!

Alves disse...

Legal isso aí Raul;
E olha que o post nem é de Domingo.Eh,eh!!

Liliane Pelegrini disse...

Meninos, que bom! Acho que vamos estabelecer parceria.
Olha só, tem na internet o pdf da página:
http://www.otempo.com.br/midia/38017_MG042203.pdf
Saiu hoje!
Beijos.

Sam disse...

Versos nunca são vazios.
Ah, e parabéns atrasado para o blog que nasceu no mesmo dia que eu (e no dia da poesia).

Marton Victor Alves disse...

Muito bem Raul!!! A poesia requer um grau de melancolia e porque não de tristeza também, o que vai torná-la bela e isto vc fez. Pois como diz o poetinha:

Senão é como amar uma mulher só linda. E daí?
Uma mulher tem que ter qualquer coisa além da beleza
Qualquer coisa que sofre / Qualquer coisa que chora /
Qualquer coisa que sente saudade/Um molejo de amor
machucado / Uma tristeza que vem da beleza / De se saber mulher /
Feita apenas para amar / Para sofrer pelo
seu amor / E para ser só perdão).

Abraços. Espero que as feministas não fiquem nervosas!!

Raul disse...

Opa! Bela ligação, Marton. Também penso que a feminilidade é,em tudo que ela representa, motivo para muitos e muitos versos. Fico feliz com sua participação no manual cara, já era hora de você aparecer né?