segunda-feira, 15 de maio de 2006

Eu sempre vou esperar pelo sorriso raro nas segundas-feiras de manhã.
E acreditar que a vida na sua brevidade vai me oferecer boas opções.
Vou me conformar ao descobrir que o querer ser é anestesia da nossa própria
consciência contra a verdade cruel de que somos absolutamente limitados.
Vou até me contentar quando lembrar que percebi antes de muitos
que pouco importa se cantamos certinho, sem sair do tom.
O que vale é o que é dito.
Melhor continuar tentado entender um pouquinho de tudo que acontece ao redor.
Enxergar as coisas simples de onde emanam forças que transformam coisas maiores.

Vou acreditar que o céu não é tão alto, e que eu sou muito leve.
Leve como uma pena.

7 comentários:

Samara disse...

O incrível poder do otimismo!

Maíra disse...

Oi.... Vi seu comentário no meu blog (www.almaperdida.blogger.com.br). Eu não o uso mais pq não sou assinante do globo.com. Mas tenho um novo no blogspot.com. Linkei vc lá...

Quanto ao seu comentário, agradeço sinceramente... Cheguei a corar...

Raul disse...

Falou e disse, Sam.

Anônimo disse...

Quero mais textos seus, textos longos, todos os dias. Muito bom.
Beijo

Paula Ribeiro disse...

Esse anônimo sou eu, rs.

Maíra disse...

Adorei o comentário...

Engraçado isso, o universo carioca parece exercer um fascínio. Não algo que chego ao ponto de fanatismo, mas parece que existe um charme. Isso é mistério tb para os cariocas, eu me questiono muito pq sinto que tenho algo diferente e nunca sei ao certo o que é...

Mas adorei.... Adorei...

Maíra disse...

falaste bem.... O Rio é o Rio.

Mesmo triste com o que acontece aqui, não desejo ir embora, amo essa cidade. Amo acordar e ir a praia, almoçar em algum lugar com vista pro Cristo, passear na lagoa, ouvir a torcida no maraca em dia de decisão...

O Rio é sempre o Rio....