sábado, 26 de janeiro de 2008

Posso ACREDITAR que achei realmente engraçada aquela piada, e que eu consequentemente QUIS rir, mas não. É meu cérebro quem COMANDA todas as reações nervosas e musculares do meu corpo. E MEU CÉREBRO funciona como um motor, de forma absolutamente IRRACIONAL, respondendo a estímulos químicos que surgem devido a FATORES EXTERNOS. As vibrações sonoras da piada chegam ao meu cérebro através de meus ouvidos e são traduzidas em ATIVIDADE ELETROQUÍMICA. As regiões do meu cérebro responsáveis pela linguagem RECONHECEM o significado das palavras. PERCEBENDO que a carga semântica é jocosa, sou CAPAZ de entender a piada. Meu cérebro REGISTRA a hilaridade da piada, e então rio. Mas não DECIDO rir conscientemente. O ESTÍMULO da piada é que teve como resposta meu riso.

Temos a ilusão do LIVRE-ARBÍTRIO como uma rocha firme para fundamentarmos nossas decisões. Mas acho que somos todos vítimas de imposições inconscientes, e estamos completamente impossibilitados de interferir nos efeitos finais de uma causa. Você mesmo não quer tirar qualquer conclusão desse texto, mas ao terminar de lê-lo seu cérebro já terá formado alguma idéia a respeito e eu acho que você vai acabar comentando alguma coisa aqui.

[Essa filosofia democrática das pequenas coisas me encanta.]

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

NATURA

A cor verde condensada
de hipnotizar passarinho
me lembra um cheiro de mato dormindo.

Respeito o reino flora
pois este contém sozinho
toda cor, toda linguagem.

A árvore idosa
assume outras deficiências
perde galhos, acentua a própria paralisia.

Nada, no entanto, inspira dó.
Mais voláteis somos nós
gastando tantos sapatos
perdendo nossas folhas.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008


Ir decompondo meus vetores pouco a pouco. Tirar de mim qualquer intenção inconsciente de seguir um rumo que eu não conheça. Acreditar que é possível chegar lá pelo caminho que os homens criaram e tentar ser e estar da forma convencional.

Não poder prever e ficar mais conformado. Não poder medir e não se sentir a pessoa mais culpada do mundo. Saber que todos têm razão em seus discursos, lembrar de quando se quer ter também.

Talvez dizer tudo o que se pensa. Aceitar que prender o choro não compensa. Discutir, brigar pra valer, sair na porrada, ferir e ser ferido, pôr sangue pra fora, gritar, maldizer e ser ruim como nunca se quis. Ser ruim pra valer e poder fazer muito mal para alguém [que mereça] por uma vez nessa vida. Só pra ver se depois o remorso é realmente maior que a sensação de alívio imediato.

Ir decompondo meus vetores pouco a pouco pra saber que caminho era o que eu deveria ter tomado antes de prever medidas e medir previsões.

* Sobre fazer mal a alguém, não há qualquer pretensão, apenas necessidade.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Salvação provisória

Dentro de poucas semanas seremos bombardeados pelo axé music e todas as suas derivações rítmicas. A mídia televisiva vai nos enfiar goela a baixo todo o seu precioso conteúdo preparado exclusivamente para esse período. E muitos, obviamente, irão engolir. Na prática é impossível chegar a um denominador cultural comum, mas o que chama a atenção é o poder que os dias carnavalescos têm de transformar tantas pessoas e de suprir essa sede de boas sensações que elas têm. Permanecer irredutível é difícil, mas render-se ao ritual é mais difícil ainda. A sorte é que em Saint Lake City ainda é possível fugir dessas manifestações, graças a Deus, e na pior das hipóteses é só se deslocar uns 50 km para o norte que lá está a Serra do Cipó. Longe de tudo. Nos guardando pra quando o carnaval passar.

Mas esse blá blá blá do primeiro parágrafo foi apenas para introduzir minha anunciação: o Antídoto para Fevereiro. Encontrei o “Fome de Tudo”, último CD da Nação Zumbi disponível para download e resolvi enviar o link pra todo mundo que eu conheço e não conheço. É ou não é um bem para o povo brasileiro? Dá pra criar resistência à pandemia sonora que está por vir e ainda lavar a alma e os ouvidos.

Não precisa agradecer gente... que isso...

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

2007 me gusta muito!!

Este ano que se encerra, foi muito especial pra mim. Foram várias conquistas no campo do trabalho e diversas premiações em salões de humor pelo Brasil. E hoje ao dar minha passadinha habitual pelo site Brazil Cartoon me deparei com a notícia que, ao lado de grandes desenhistas, eu havia sido um dos destaques do ano!
A relação tá no link abaixo!!
É isso aí!!
Um abração pessoal!!
http://humor.uol.com.br/album/talentos_2007_album.jhtm

sábado, 22 de dezembro de 2007

Iluminado

Existem pessoas iluminadas no mundo. Há quem consiga converter sentimentos em som. Uma dessas pessoas é Andy McKee. Eu - na minha pequena experiência musical - nunca vi nada parecido. A música se chama Nakagawa-san. É uma daquelas melodias que quando você ouve o tempo parece parar. Sem igual.


Longa vida aos que buscam fazer música de verdade.

(Inspirado no Blog do André)

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Caso conjugal


Malvina era alta, branca, tinha olhos castanho-claros e cabelos pretos como a noite. Não possuía vícios além do vício da precaução: pensava que cuidado em excesso a privaria sempre de desgostos na vida, distúrbios da saúde, constrangimentos nas relações sociais.

Conhecera Benedito num lugar extremamente incomum, do qual não se lembrava mais e para o qual nunca havia dado qualquer importância. Chegou a hesitar inúmeras vezes antes de aceitar definitivamente o tímido pedido de casamento lhe feito pelo simples rapaz.

Benedito era pobre, baixinho e mal instruído. Um indivíduo sem lugar no mundo. Aprendera com a própria vida a julgar o certo e o errado, e a optar – segundo a conveniência – pela opção que lhe prometesse mais sucesso.

(Juntos, Benedito e Malvina renderiam a elaboração de romances, crônicas pomposas, verdadeiros contos que, ao contrário deste, fariam jus a beleza de suas histórias).

Possuíam personalidades que desobedeciam ao significado dos nomes que carregavam: Malvina, de má não tinha nada. Pelo contrário, só sabia fazer o bem, pensar o bem, querer o bem para os outros. Era capaz de mentir, assumir culpas de outras pessoas, render discussões até as ultimas conseqüências só para que um inocente não fosse condenado. Repugnava a injustiça. Jamais aceitara a desigualdade própria do mundo. Pensava sempre que, somando forças e conservando esperanças, seria possível mudar as coisas um dia.

Benedito já era um sujeito pronto para amaldiçoar a qualquer um que, distraidamente, lhe desse um pisão de pé na fila da padaria, ou lhe desse um esbarrão na calçada. Carregava um tipo particular de maldade consigo. Julgava as atitudes de todos aqueles que o rodeavam. Condenava pensamentos que fossem contrários ao seu conservadorismo. Era autoritário, metódico e, mesmo que inconscientemente, preconceituoso. Nem o pobre Fusca, um vira-lata amarelo de pequeno porte que Malvina havia trazido para casa depois de encontrá-lo ainda filhote, na rua, num dia de chuva, escapava de suas pragas:

- Vira-lata infeliz! Se tivesse consciência da insignificância da própria existência se enfiaria na frente de um caminhão em alta velocidade... E Fusca o olhava nos olhos, com um olhar de compreensão. Como alguém ouve e absorve o peso de cada palavra de maldição. E de certo era o que acontecia. Fusca compreendia, como é comum a todo cão entender, o que Benedito dizia.

A vida para o casal não era difícil. Malvina era funcionária pública efetivada. Conhecia sua repartição melhor do que a si mesma, melhor do que sua casa, melhor do que seu marido. Dos anos dedicados ao trabalho não esperava nenhum reconhecimento. Sabia que daquela sala cercada por quatro paredes de divisórias beges nada de melhoria para sua vida poderia surgir. No entanto, não se preocupava. Não corria riscos de ficar desempregada como grande parte das mulheres da mesma idade. Já não tinha ânimo algum para prestar outro concurso público para um órgão mais importante que lhe oferecesse um cargo melhor. Não pretendia ganhar mais porque a força de acomodação que vive impregnada no cotidiano já havia sugado por completo a sua mais saudável ambição. Não pretendia ganhar mais porque não tinha idéia de com o que gastar. Qualquer bem que ela desejasse ou precisasse adquirir caberia dentro das mesmas prestações através das quais ela havia comprado tudo o que, até então, possuía na vida.

Benedito, pelo contrário, sabia bem o que queria. Já havia tomado tantos calotes e dado tantos outros que não fazia mais conta do tempo ou dinheiro perdido. Passara a maior parte da vida apostando em negócios que deram errado, mas jamais desistira da idéia de ficar rico com o comércio. Já havia aberto lojas de tudo o quanto fosse mercadoria, nos mais variados pontos onde o comércio se aquecia. Tudo em vão. Sua vida se resumia em tentativas que eram alimentadas pelo fracasso. Talvez por isso a próxima tentativa fosse sempre mais repleta de esperança. Talvez pela sua inquietude e persistência no próximo negócio ou até mesmo pela sua dedicação e amor ao trabalho, se justificasse seu comportamento enquanto marido. Nunca quisera ter filhos. Nunca dera a Malvina a chance de contra argumentar nas discussões sobre o assunto, à tardinha, depois do trabalho.

Já se havia passado mais de nove anos de união e a relação do casal parecia estar bastante saturada. O tempo fez com os dois o que faz com todo mundo. Mostrou todos os lados, todos os ângulos do ser, sem cortes. Mostrou, de um para o outro, as cicatrizes feitas por eles mesmos, as esperanças mortas, escritas como um dístico na testa do outro. O tempo, esse estraga-prazeres, levou as poucas surpresas embora. Revelou que o que havia por descobrir já havia sido descoberto. Até mesmo o “por fazer”, que carregava um caráter de obrigação, perdeu o peso. Como uma parede de sala por pintar, que o passar dos anos acaba amarelando e o amarelo se torna uma cor de conformação, uma cor de “deixa como está que é melhor nem mexer”.

- Malvina, o que é que você tanto lê nesses panfletos, criatura?

- Não são panfletos, Benedito. São editais de concursos públicos federais. Acabaram de ser publicados. Por que é que você também não dá uma olhada? Pode ter coisa que te interessa aqui...

- A única coisa que me interessa é o comércio, você sabe.

- Sei sim. É por isso que sua vida continua assim. Estagnada.

- Estagnada não! Para se atuar no comércio é preciso ter tino pra coisa. Faro apurado e

acima de tudo sorte! ...o que tem me faltado ultimamente é a sorte, mas paciência! Nenhum grande empresário ficou rico da noite para o dia. Comigo não vai ser diferente.

- Nada na sua vida vai ser diferente, Benedito! Nunca! – disse Malvina já com os olhos cheios d’água e em elevado tom de voz...

- Você não consegue pensar em mais nada além de trabalho! (continuava) Já estamos juntos há quase dez anos e você se comportou por todos os dias durante esses dez anos da mesma maneira! Como alguém é capaz de ser tão frio? Nunca tivemos um filho! Nunca viajamos! Nunca nos relacionamos com outros casais! Nunca nos divertimos de verdade! Nunca aproveitamos a companhia um do outro como deveríamos!

- Malvina, o que é isso? Você nunca agiu assim. Você nunca se queixou.

- Pois agora eu estou me queixando. Eu estou botando pra fora tudo o que estava engasgado! Tudo o que tortura da rotina me fez assumir...

E ao passo que dava ênfase a seu sincero desabafo, Malvina se desmanchava em lágrimas e soluços. Era como se a necessidade de dizer algo verdadeiro, mesmo que o verdadeiro fosse doloroso, se fizesse maior do que a necessidade da estabilidade conjugal que sempre fora, (e essa era uma culpa conjunta) visivelmente, uma prioridade para os dois. O diálogo daquela noite deveria se tornar um divisor de águas na relação dos dois, um novo ponto de partida para uma relação mais proveitosa, um recomeço.

Benedito ficara realmente pasmo com a reação de Malvina ao passar dos dias. No fundo ele jamais esperaria que tal atitude viesse a acontecer tão cedo. Depois de algumas horas de absoluto silêncio, ao abrir a porta do quarto e sussurrar: “Malvina, meu amor, você já está melhor?”, o que ele ouviu foi um seco:

- Sim, apenas traga-me um comprimido para enxaqueca que amanhã preciso acordar disposta para o expediente que começa cedo.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Requiém Do Pequeno

Te falta o gesto largo, a ébria poesia
Te sobra a pequeneza, as pequenas certezas
Como Agenor dizia
A vida não te intoxica enquanto contas trocados
Não vês o anzol e a linha da vida que passa ao teu lado
Te falta subir ao mais alto, te falta descer ao mais baixo
Te sobra a maldita prudência, alegrias compradas a prazo
Ao invés de viver, sobrevives, sacrificas o essencial
Não choras de dor em finados, não gritas de amor carnaval
Cometes então, que surpresa!O sacrilégio final
Não vês a fugaz e humana beleza e sonhas em ser imortal

Ps.: Ganha um doce quem adivinhar de quem é esta letra...

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

DECLARAÇÃO

Você incorporou meu jeito de ser, como um objeto que vai se humanizando ao contato da gente. Você passou a usar os meus jargões, as minhas piadas repetidas, as minhas gírias, o meu sotaque. E quando você começou a usar “Verdana 10” só porque essa era a fonte que eu mais usava?

Agora eu vi que, contraditoriamente, foi você quem saiu ganhando. Nessa brincadeira foi um tanto de você que acabou se impregnando em mim. Ou então, sem perceber, você saiu levando um pedaço meu; covardemente.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Eu não sou daqui

Como prometido há meses atrás, mais músicas para download. Essa se chama "Eu não sou daqui" e foi escrita já há algum tempinho...

(É interessante ouvir a música num fone de ouvido porque essas caixinhas tradicionais de computador não emitem o grave direito e você não vai conseguir ouvir o som do contra-baixo. A não ser que você tenha caixas de home theater no seu PC.)

EU NÃO SOU DAQUI

Eu não sou daqui, eu sei
Eu não pertenço a este lugar
P’ronde eu devo ir, não sei
Eu sei que eu não devo ficar

Onde está o abrigo mais seguro pra eu poder morar?
Mandem construir um muro impossível de saltar.

Hoje eu vou dar uma festa
e não vou convidar ninguém
E ninguém vai perceber
que eu estou longe de mim também;

Já faz tanto tempo que venho tentando me encontrar;
me perdi sozinho e sem caminho,
onde eu vou caminhar?

Eu vou fugir pra bem longe daqui
Pra onde nem eu mesmo possa estar
Eu vou fugir pra bem longe daqui
Pra um mundo onde ninguém possa me encontrar.

Meus amigos dizem que se eu não mudar, acabo só;
Mas que vida é essa que me priva do sonho maior
Que é seguir o rumo que encontrei para ser o que eu sou
E andar mesmo sem saber pra ver até aonde eu vou.

Eu vou fugir pra bem longe daqui
Pra onde nem eu mesmo possa estar
Eu vou fugir pra bem longe daqui
Pra um mundo onde ninguém possa me encontrar.

Clique aqui para baixar!

sábado, 22 de setembro de 2007

Mais uma canção

Diamantina

Diamantes cortando corações
De dentro pra fora
Ninguém vê –Nem sente
Seu sorriso rupestre

Nos bares de uma porta só
Nas ruas estreitas
Estas ladeiras que vão dar no céu
Seu sorriso rupestre

Toco o velho violão com os olhos
Como sempre toquei
Minhas mãos tocam
Você
Como nunca toquei
Saudades de um tempo que ainda não veio
De ver no meio do azul
Seu sorriso rupestre

sábado, 15 de setembro de 2007

Triste é não entender a matemática literária que o sonho mais querido nos impõe. É não enxergar um triângulo dentro do outro, na geometria barata que nos escraviza. Triste é compreender a exatidão do mundo; e, ainda assim, buscar se alicerçar no seu lado mais humano.

Triste é saber a tristeza que há de chegar logo, com a noite; e não poder domá-la, mesmo que por amizade e apego; como um domador doma os leões. Triste é não saber desinventar o medo que nos invade, faz morada em nós; se reproduz por dentro, e nos faz seguir serenos, como um rio.

Triste é viver a lucidez imbecil da vida: perceber entre as frinchas das gavetas avisos e previsões; tendo que esperá-los acontecer por não haver forma de se desmaterializar e estar fora do plano terrestre por uma mínima fração de segundo.

Triste é poder contar o tempo que sobra sem fazer juízo do tempo que falta.

Triste é esperar pelo que já aconteceu acreditando que irá acontecer de novo.

Triste é ter um texto inteiro feito apenas por palavras rudes e infiéis, palavras desobedecem ao significado que carregam, vão contra o próprio sentido até perderem sensibilidade. Sem nada sentirem.

Triste é pensar no pouco valor que há nas palavras que jogamos para fora de nós, na tentativa de forçarmos nossa continuação (tentando existir através delas) nas gerações que virão.

Triste é não saber medir. Triste é não conseguir duvidar.

Triste é suplantar a vida com alegria de mentira. Triste é pular carnaval, ser parcela de multidão, se dissolver, homogeneizar-se.

Triste é olhar pra realidade e ver que a vida não passa de uma função do 1º grau.

Triste é repetir no mesmo texto, por centenas de vezes, a palavra vida. A palavra vida é triste em qualquer contexto.

Triste é ouvir o poeta gritar: “Eu posso amar quem eu quiser!” e saber que o poeta é triste.

Triste é não dar a mínima para as pessoas que pensam que você escreve demais sobre coisas tristes.

Triste é se enganar mudando apenas as fronteiras de lugar. Triste é perseguir a inteligência salutar.

Mas triste mesmo é acreditar no, sonhar com e esperar pelo: teletransporte.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

A Falcatrua!


A banda Falcatrua (BH) disponibilizou em seu site todo seu álbum de estréia para download

Falcatrua e o Pau de Arara Espacial é um disco inteligente, carregado de uma brasilidade particular, que poucas bandas carregam. O disco é um daqueles trabalhos que fazem você acreditar que (ainda) vale a pena fazer rock no Brasil.

Divirtam-se!

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

A Rotina dos Sonhos...

Festival da Canção de Lagoa Santa/MG - 14/08/2007




"Arte na Praça " - 03/08/2007 (Praça Dr. Lund - L.S.)


Agosto... mês que vai deixar saudades...